Limites financeiros são orientadores na organização de uma festa!
Quando um casal inicia os preparativos da vida a dois e da festa de casamento, a atmosfera é de abundância, de generosidade, de alegria sem fim. Mas, dizem, não há bem que nunca se acabe.Logo, logo chega a hora de cortar a lista de convidados para adequar os planos à realidade do orçamento.
Decidir quem fica e quem sai pode ser ainda mais complexo quando envolve, por exemplo, os amigos dos sogros. Para que a lista de convidados não se transforme numa lista negra,especialistas dão dicas para sobreviver à saia justa sem estresse. Lembre-se, em tempos de redes sociais é quase impossível ficar alheio a alguma coisa. E só mesmo quem nunca viveu a situação de ter que preparar uma lista, pode vir a se aborrecer com o fato de ter ficado de fora.
1° Divida para somar
Uma boa proposta de divisão amigável de convites em família, a grosso modo, pode ser definida assim: 50% dos convidados são dos noivos e 25% para cada casal de pais. Mas é claro que essa proporção pode ser muito flexível, principalmente porque hoje em dia os casamentos são, em sua maioria, bancados pelos noivos.
2° Abra o jogo
“Tudo o que é feito com correção, transparência e honestidade em família não tem como dar errado”, sentencia o decorador Antônio Neves da Rocha. Para ele, a receita de uma boa lista é simples: família, padrinhos e melhores amigos. “Quando o casal tem limitações de espaço e orçamento, mas começa a pensar que poderia ser bom também convidar o fulano que é um bom contato, mas nem é tão próximo, abre precedente para que questionem o critério de escolha. Não pode escorregar”.
Há casos em que os noivos se certificam de quanto custaria cada convidado extra e a família discute se é o caso de um interessado em crescer a lista pagar por isso, desde que o lugar comporte os novos convidados.
3° Faça as contas
A lista pode ter uma margem de 20% a 30% de convidados além do limite máximo, pois essa costuma ser a porcentagem padrão de faltosos em casamentos - chamada de 'quebra' pelos profissionais da área. “Sempre aconselho os noivos a fechar todos os contratos pensando em 2/3 do total de convidados, pois o RSVP costuma terminar duas semanas antes da festa e dez dias antes do evento você consegue crescer, se necessário, o número de convidados dentro dos valores já combinados. Já vi prejuízos de R$ 60 mil devido a excesso de confiança dos noivos. No dia da festa a 'quebra' ainda pode aumentar 5% por conta dos imprevistos”, explica Flávia Gurgel, organizadora de eventos.
Mas cuidados: essas “folgas” são tentadoras para gosta de estourar a lista. “Em festas lotadas, os convidados são menos bem servidos, fato, mas quando todos estão juntos para celebrar uma união, felizes, isso não é o mais importante. Em 90% dos casos de estouro, dá tudo certo”, diz Antônio, que já presenciou um estouro de nada menos do que 700 pessoas. Mas antes de se sentir tranquilo com a possibilidade de estouro na sua festa, saiba que hotéis e casas de festas costumam trabalhar controlando com contador o número de convidados e apresentam os “extras” depois.
4° Priorize
Deixar de fora os amigos de trabalho pode parecer um bom ponto de corte, mas há casos e casos. “Quando uma cliente advogada me diz que não vai convidar ninguém do escritório em que trabalha, eu falo logo: é preciso pensar no dia de amanhã”, brinca Antônio. Para ajudar na hora do corte, os noivos podem classificar os convidados em duas categorias - algo como indispensáveis e desejáveis. Leve em conta que amigos e parentes que moram longe podem ser convidados sem representar riscos, devido à baixa probabilidade de comparecerem. Existem ainda noivos que deixam a cargo do cerimonial repassar a informação de que acompanhantes não são permitidos, mas essa pode ser uma forma apenas de terceirizar o problema.
5° Desobrigue-se
Não é porque você está se casando que passou a dever alguma coisa ao mundo. Não se obrigue a convidar ninguém que não queira. Por outro lado, é bem raro, mas se acontecer de alguém importante ter ficado de fora e tiver sabido da festa, planeje um delicado pedido de desculpas. Não há mal que sempre dure...
1° Divida para somar
Uma boa proposta de divisão amigável de convites em família, a grosso modo, pode ser definida assim: 50% dos convidados são dos noivos e 25% para cada casal de pais. Mas é claro que essa proporção pode ser muito flexível, principalmente porque hoje em dia os casamentos são, em sua maioria, bancados pelos noivos.
Uma boa proposta de divisão amigável de convites em família, a grosso modo, pode ser definida assim: 50% dos convidados são dos noivos e 25% para cada casal de pais. Mas é claro que essa proporção pode ser muito flexível, principalmente porque hoje em dia os casamentos são, em sua maioria, bancados pelos noivos.
2° Abra o jogo
“Tudo o que é feito com correção, transparência e honestidade em família não tem como dar errado”, sentencia o decorador Antônio Neves da Rocha. Para ele, a receita de uma boa lista é simples: família, padrinhos e melhores amigos. “Quando o casal tem limitações de espaço e orçamento, mas começa a pensar que poderia ser bom também convidar o fulano que é um bom contato, mas nem é tão próximo, abre precedente para que questionem o critério de escolha. Não pode escorregar”.
Há casos em que os noivos se certificam de quanto custaria cada convidado extra e a família discute se é o caso de um interessado em crescer a lista pagar por isso, desde que o lugar comporte os novos convidados.
3° Faça as contas
A lista pode ter uma margem de 20% a 30% de convidados além do limite máximo, pois essa costuma ser a porcentagem padrão de faltosos em casamentos - chamada de 'quebra' pelos profissionais da área. “Sempre aconselho os noivos a fechar todos os contratos pensando em 2/3 do total de convidados, pois o RSVP costuma terminar duas semanas antes da festa e dez dias antes do evento você consegue crescer, se necessário, o número de convidados dentro dos valores já combinados. Já vi prejuízos de R$ 60 mil devido a excesso de confiança dos noivos. No dia da festa a 'quebra' ainda pode aumentar 5% por conta dos imprevistos”, explica Flávia Gurgel, organizadora de eventos.
Mas cuidados: essas “folgas” são tentadoras para gosta de estourar a lista. “Em festas lotadas, os convidados são menos bem servidos, fato, mas quando todos estão juntos para celebrar uma união, felizes, isso não é o mais importante. Em 90% dos casos de estouro, dá tudo certo”, diz Antônio, que já presenciou um estouro de nada menos do que 700 pessoas. Mas antes de se sentir tranquilo com a possibilidade de estouro na sua festa, saiba que hotéis e casas de festas costumam trabalhar controlando com contador o número de convidados e apresentam os “extras” depois.
4° Priorize
Deixar de fora os amigos de trabalho pode parecer um bom ponto de corte, mas há casos e casos. “Quando uma cliente advogada me diz que não vai convidar ninguém do escritório em que trabalha, eu falo logo: é preciso pensar no dia de amanhã”, brinca Antônio. Para ajudar na hora do corte, os noivos podem classificar os convidados em duas categorias - algo como indispensáveis e desejáveis. Leve em conta que amigos e parentes que moram longe podem ser convidados sem representar riscos, devido à baixa probabilidade de comparecerem. Existem ainda noivos que deixam a cargo do cerimonial repassar a informação de que acompanhantes não são permitidos, mas essa pode ser uma forma apenas de terceirizar o problema.
5° Desobrigue-se
Não é porque você está se casando que passou a dever alguma coisa ao mundo. Não se obrigue a convidar ninguém que não queira. Por outro lado, é bem raro, mas se acontecer de alguém importante ter ficado de fora e tiver sabido da festa, planeje um delicado pedido de desculpas. Não há mal que sempre dure...
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